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10 ferramentas de análise de viabilidade Econômico Financeira de projetos

Posted by: Hideki Anagusko
Category: Finanças, Gerenciamento
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Ao se iniciar um novo projeto, é fundamental avaliar a sua viabilidade econômico-financeira antes de investir recursos significativos nele. Para isso, existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas para analisar o potencial de retorno financeiro do projeto, identificar riscos e oportunidades e tomar decisões informadas.

Neste artigo, vamos apresentar 10 ferramentas de análise de viabilidade econômico-financeira de projetos que são amplamente utilizadas no mundo dos negócios. Entre elas, estão o Valor Presente Líquido (VPL), a Taxa Interna de Retorno (TIR), o Payback, o WACC e o ROIC. Cada uma dessas ferramentas oferece uma perspectiva única sobre a viabilidade do projeto e é importante usá-las em conjunto para ter uma compreensão abrangente da situação financeira do projeto.

Compreender essas ferramentas é essencial para tomar decisões informadas sobre o investimento em um projeto. Ao escolher as ferramentas de análise de viabilidade econômico-financeira mais adequadas para o projeto, é possível avaliar seu potencial de retorno financeiro e identificar riscos e oportunidades para que a empresa possa decidir com segurança e confiança se deve ou não investir em um determinado projeto.

10 ferramentas de análise de viabilidade econômico-financeira de projetos

Veja a seguir, 10 ferramentas de análise de viabilidade econômico-financeira de projetos, amplamente utilizadas no mundo dos negócios!

  1. NPV (Net Present Value) – Valor Presente Líquido
  2. TIR (Internal Rate of Return) – Taxa Interna de Retorno
  3. Payback – Período de Payback
  4. WACC (Weighted Average Cost of Capital) – Custo Médio Ponderado de Capital
  5. ROIC (Return on Invested Capital) – Retorno sobre o Capital Investido
  6. IRR (Incremental Rate of Return) – Taxa de Retorno Incremental
  7. MIRR (Modified Internal Rate of Return) – Taxa Interna de Retorno Modificada
  8. PI (Profitability Index) – Índice de Rentabilidade
  9. EVA (Economic Value Added) – Valor Econômico Adicionado
  10. DCF (Desconte Cash Flow) – Fluxo de Caixa Descontado

Essas ferramentas são comumente usadas para avaliar a viabilidade financeira de um projeto, ajudando a determinar se um projeto é financeiramente viável ou não.

Conhecendo seus usos e importâncias

Veja para que são utilizadas cada uma dessas ferramentas de análise de viabilidade econômico-financeira de projetos, e conheça suas importâncias.

1 – NPV (Net Present Value) – Valor Presente Líquido

O NPV é uma medida que avalia a diferença entre o valor presente das entradas de caixa esperadas e o valor presente das saídas de caixa esperadas de um projeto. É usado para determinar a viabilidade financeira do projeto e é calculado descontando o fluxo de caixa futuro em uma taxa de desconto. Um resultado positivo indica que o projeto é viável, enquanto um resultado negativo indica que o projeto não é viável.

2 – TIR (Internal Rate of Return) – Taxa Interna de Retorno

A TIR é a taxa de juros que torna o NPV de um projeto igual a zero. É usada para avaliar a rentabilidade de um projeto, calculando a taxa de retorno anualizada que um projeto proporcionará aos investidores. Quanto maior a TIR, mais atrativo é o projeto para investimento.

3 – Payback – Período de Payback

O Payback é o período de tempo necessário para recuperar o investimento inicial em um projeto, com base no fluxo de caixa esperado. É usado para avaliar a liquidez do projeto, ou seja, o tempo que levará para o projeto começar a gerar retornos financeiros. Um período de payback mais curto indica que o projeto é mais líquido.

4 – WACC (Weighted Average Cost of Capital) – Custo Médio Ponderado de Capital

O WACC é a média ponderada do custo de capital próprio e do custo de capital de terceiros de uma empresa. É usado para avaliar o custo de capital de um projeto e é importante porque a empresa precisa gerar retornos financeiros que superem o custo de capital para ser considerada rentável.

5 – ROIC (Return on Invested Capital) – Retorno sobre o Capital Investido

O ROIC é uma medida de quão bem uma empresa está usando seu capital investido para gerar lucros. É calculado dividindo o lucro operacional pelo capital investido. O ROIC é importante porque mostra se uma empresa está gerando retornos financeiros suficientes para justificar o capital investido nela.

6 – IRR (Incremental Rate of Return) – Taxa de Retorno Incremental

O IRR é a taxa de retorno adicional que um projeto pode gerar acima de uma alternativa de investimento comparável. É usado para avaliar se um projeto é mais rentável do que uma alternativa de investimento.

7 – MIRR (Modified Internal Rate of Return) – Taxa Interna de Retorno Modificada

O MIRR é semelhante à TIR, mas leva em consideração a reinvestimento do fluxo de caixa futuro em uma taxa de juros diferente da TIR. É usado quando o fluxo de caixa futuro não pode ser reinvestido a uma taxa igual à TIR.

8 – PI (Profitability Index) – Índice de Rentabilidade

O PI é a relação entre o valor presente das entradas de caixa esperadas e o investimento inicial. É usado para avaliar a rentabilidade de um projeto e é importante porque permite que os investidores comparem a rentabilidade de projetos com diferentes investimentos iniciais.

Leia Também  Análise de Viabilidade Econômica: Tudo o que você precisa saber sobre a TIR

9 – EVA (Economic Value Added) – Valor Econômico Adicionado

O EVA é uma medida de desempenho financeiro que avalia o lucro gerado por uma empresa em relação ao seu custo de capital. É calculado subtraindo o custo do capital investido no projeto a partir do lucro gerado pelo projeto. O EVA é importante porque ajuda a avaliar a eficiência da gestão financeira de uma empresa.

10 – DCF (Discounted Cash Flow) – Fluxo de Caixa Descontado

O DCF é um método de avaliação que calcula o valor presente do fluxo de caixa futuro esperado de um projeto. É usado para avaliar a viabilidade financeira do projeto e é importante porque leva em consideração o valor do dinheiro no tempo, o que significa que fluxos de caixa futuros são descontados para o valor presente usando uma taxa de desconto. O resultado final é o valor atual líquido do projeto, que é usado para determinar a viabilidade financeira do projeto.

Como calcular cada uma dessas ferramentas de análise de viabilidade

Aprenda agora como calcular cada uma das ferramentas de análise de viabilidade econômico-financeira de projetos e saiba como usá-las!

 

1 – NPV (Net Present Value) – Valor Presente Líquido

O NPV é calculado subtraindo o valor presente das saídas de caixa do valor presente das entradas de caixa esperadas de um projeto, usando uma taxa de desconto. A fórmula do NPV é: NPV = (FC1 / (1+r)^1) + (FC2 / (1+r)^2) + … + (FCn / (1+r)^n) – Investimento Inicial, onde FC é o fluxo de caixa para o ano n, r é a taxa de desconto e n é o número de anos.

Para calcular o NPV, você precisa primeiro estimar os fluxos de caixa futuros do projeto para cada ano do período analisado. Esses fluxos de caixa podem incluir entradas de caixa, como receitas de vendas e entradas de caixa, e saídas de caixa, como despesas operacionais e investimentos de capital. Em seguida, você precisa descontar esses fluxos de caixa para o valor presente usando uma taxa de desconto apropriada.

Por exemplo, se você está avaliando um projeto com um investimento inicial de R$100.000,00 e fluxos de caixa anuais de R$30.000,00, R$50.000,00 e R$60.000,00 nos próximos três anos, e a taxa de desconto é de 10%, o NPV seria calculado da seguinte maneira:

NPV = (30.000 / (1+0,10)^1) + (50.000 / (1+0,10)^2) + (60.000 / (1+0,10)^3) – 100.000

NPV = 22.727,27

Portanto, o NPV para este projeto seria de R$22.727,27.

 

2 – TIR (Internal Rate of Return) – Taxa Interna de Retorno

A TIR é a taxa de juros que torna o NPV de um projeto igual a zero. A TIR pode ser encontrada por tentativa e erro ou usando um software de análise financeira. A fórmula do NPV é: 0 = (FC1 / (1+r)^1) + (FC2 / (1+r)^2) + … + (FCn / (1+r)^n) – Investimento Inicial, onde FC é o fluxo de caixa para o ano n, r é a taxa de desconto e n é o número de anos.

Para calcular a TIR, você precisa primeiro estimar os fluxos de caixa futuros do projeto para cada ano do período analisado, da mesma forma que para o cálculo do NPV. Em seguida, você precisa encontrar a taxa de desconto que faz com que o NPV seja igual a zero.

Por exemplo, usando os mesmos fluxos de caixa e investimento inicial do exemplo anterior, a TIR seria encontrada ajustando a taxa de desconto até que o NPV seja igual a zero. Neste caso, a TIR seria de aproximadamente 19,4%.

 

3 – Payback – Período de Payback

O Payback é calculado dividindo o investimento inicial pelo fluxo de caixa anual esperado. A fórmula do Payback é: Payback = Investimento Inicial / Fluxo de Caixa Anual.

O Payback é uma medida simples e rápida para avaliar a rapidez com que um projeto pode recuperar seu investimento inicial. No entanto, ele não leva em consideração o valor do dinheiro ao longo do tempo e pode subestimar o valor de projetos com fluxos de caixa mais longos.

Para calcular o Payback, você precisa estimar os fluxos de caixa futuros do projeto para cada ano do período analisado e determinar quanto tempo levará para que esses fluxos de caixa igualem o investimento inicial.

Por exemplo, usando os mesmos fluxos de caixa e investimento inicial do exemplo anterior, o Payback seria calculado da seguinte maneira:

Payback = 100.000 / (30.000 + 50.000 + 60.000)

Payback = 1,67 anos

Portanto, o Payback para este projeto seria de 1,67 anos.

 

4 – WACC (Weighted Average Cost of Capital) – Custo Médio Ponderado de Capital

O WACC é a taxa de desconto que reflete o custo médio ponderado de todas as fontes de financiamento de um projeto, incluindo dívida e capital próprio. A fórmula do WACC é: WACC = (E / (E + D)) * Re + (D / (E + D)) * Rd * (1 – t), onde E é o valor de mercado do capital próprio, D é o valor de mercado da dívida, Re é o custo do capital próprio, Rd é o custo da dívida e t é a taxa de imposto de renda corporativa.

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Para calcular o WACC, você precisa determinar o valor de mercado do capital próprio e da dívida da empresa, bem como suas taxas de retorno esperadas.

Em seguida, você precisa ponderar essas taxas de retorno pela proporção de cada fonte de financiamento no total de capital da empresa.

Por exemplo, se uma empresa tiver um valor de mercado de R$1.000.000,00 em ações e R$500.000,00 em dívida, com um custo do capital próprio de 15%, um custo da dívida de 8% e uma taxa de imposto de renda corporativa de 25%, o WACC seria calculado da seguinte forma:

WACC = (1.000.000 / (1.000.000 + 500.000)) * 0,15 + (500.000 / (1.000.000 + 500.000)) * 0,08 * (1 – 0,25)

WACC = 0,116 ou 11,6%

Portanto, o WACC para esta empresa seria de 11,6%.

 

5 – ROIC (Return on Invested Capital) – Retorno sobre o Capital Investido

O ROIC é calculado dividindo o lucro operacional anual pela quantidade de capital investido no negócio. A fórmula do ROIC é: ROIC = Lucro Operacional / Capital Investido.

O ROIC mede a eficiência com que uma empresa utiliza o capital investido em seus negócios para gerar lucros operacionais. Ele permite que os investidores comparem a rentabilidade de diferentes empresas com diferentes níveis de investimento em ativos.

Para calcular o ROIC, você precisa primeiro determinar o lucro operacional anual da empresa, que é o lucro gerado pela empresa antes do pagamento de juros e impostos. Em seguida, você precisa determinar a quantidade de capital investido na empresa, que inclui ativos tangíveis e intangíveis, como edifícios, equipamentos, estoques, contas a receber e patentes.

Por exemplo, se uma empresa tiver um lucro operacional de R$200.000,00 e um capital investido de R$1.000.000,00, o ROIC seria calculado da seguinte forma:

ROIC = 200.000 / 1.000.000

ROIC = 0,2 ou 20%

Portanto, o ROIC para esta empresa seria de 20%.

 

6 – VPL (Valor Presente Líquido)

O VPL é uma medida que compara o valor presente dos fluxos de caixa futuros de um projeto com o investimento inicial necessário para executar o projeto. A fórmula do VPL é: VPL = Fluxo de Caixa Presente Líquido – Investimento Inicial, onde o Fluxo de Caixa Presente Líquido é a soma dos fluxos de caixa futuros descontados para seu valor presente usando uma taxa de desconto.

O VPL é uma medida mais abrangente do valor de um projeto do que o Payback, pois leva em consideração o valor do dinheiro ao longo do tempo. Ele também pode ser usado para comparar projetos com diferentes tamanhos de investimento e durações.

Para calcular o VPL, você precisa determinar os fluxos de caixa futuros do projeto para cada ano do período analisado e descontá-los para seu valor presente usando uma taxa de desconto apropriada. Em seguida, você precisa somar os valores presentes dos fluxos de caixa futuros e subtrair o investimento inicial.

Por exemplo, usando os mesmos fluxos de caixa e investimento inicial do exemplo anterior, o VPL seria calculado da seguinte forma, assumindo uma taxa de desconto de 10%:

VPL = (-100.000) + (27.273 / 1,1) + (45.455 / 1,1^2) + (41.322 / 1,1^3)

VPL = -100.000 + 24.793 + 37.052 + 30.882

VPL = -7.273

Portanto, o VPL para este projeto seria de -7.273, o que indica que o projeto não é viável, pois seu valor presente líquido é negativo.

 

7 – IRR (Internal Rate of Return) – Taxa Interna de Retorno

A TIR é a taxa de desconto que torna o VPL de um projeto igual a zero. É uma medida útil para comparar projetos com diferentes tamanhos de investimento e fluxos de caixa.

Para calcular a TIR, você precisa encontrar a taxa de desconto que torna o VPL do projeto igual a zero. Isso pode ser feito usando uma planilha eletrônica ou uma calculadora financeira.

Por exemplo, usando os mesmos fluxos de caixa e investimento inicial do exemplo anterior, a TIR seria calculada da seguinte forma:

IRR = 10,47%

Portanto, a TIR para este projeto seria de 10,47%.

 

8 – B/C (Benefit-Cost Ratio) – Razão Benefício-Custo

A razão Benefício-Custo é uma medida de eficiência econômica que compara os benefícios esperados de um projeto com seus custos. A fórmula do B/C é: B/C = Valor Presente dos Benefícios / Valor Presente dos Custos.

O B/C é uma medida útil para avaliar a eficiência de projetos que geram benefícios tangíveis, como redução de custos, aumento de receita ou melhoria da qualidade de vida, em relação aos custos necessários para executar o projeto.

Para calcular o B/C, você precisa determinar o valor presente dos benefícios esperados do projeto e o valor presente dos custos necessários para executá-lo. Em seguida, você precisa dividir o valor presente dos benefícios pelo valor presente dos custos.

Por exemplo, se o valor presente dos benefícios esperados do projeto for R$1.500.000,00 e o valor presente dos custos for R$1.000.000,00, o B/C seria calculado da seguinte forma:

B/C = 1.500.000 / 1.000.000

B/C = 1,5

Portanto, o B/C para este projeto seria de 1,5.

 

9 – PI (Profitability Index) – Índice de Rentabilidade

O PI é uma medida que compara o valor presente dos fluxos de caixa futuros de um projeto com o investimento inicial necessário para executar o projeto. A fórmula do PI é: PI = Valor Presente dos Benefícios / Investimento Inicial.

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O PI é uma medida mais abrangente do valor de um projeto do que o Payback, pois leva em consideração o valor do dinheiro ao longo do tempo. Ele também pode ser usado para comparar projetos com diferentes tamanhos de investimento e durações.

Para calcular o PI, você precisa determinar o valor presente dos benefícios esperados do projeto e dividir esse valor pelo investimento inicial necessário para executá-lo.

Por exemplo, se o valor presente dos benefícios esperados do projeto for R$1.500.000,00 e o investimento inicial for R$1.000.000,00, o PI seria calculado da seguinte forma:

PI = 1.500.000 / 1.000.000

PI = 1,5

Portanto, o PI para este projeto seria de 1,5.

 

10 – Sensibilidade

A análise de sensibilidade é uma técnica que avalia o impacto das mudanças nas variáveis-chave de um projeto nos resultados financeiros do projeto. Isso ajuda a identificar os fatores críticos que podem afetar a viabilidade do projeto e a tomar decisões informadas sobre como mitigar esses riscos.

A análise de sensibilidade envolve a identificação das variáveis-chave que afetam o resultado financeiro do projeto, como custos de investimento, receitas esperadas, taxas de desconto e prazos. Em seguida, você precisa avaliar o impacto dessas variáveis-chave nos resultados financeiros do projeto, calculando o resultado financeiro em diferentes cenários.

Por exemplo, se você estiver avaliando um projeto de construção de uma nova fábrica, as variáveis-chave podem incluir o custo de construção, a receita esperada, a taxa de desconto e o prazo de construção. Você pode avaliar o impacto dessas variáveis-chave nos resultados financeiros do projeto calculando o resultado financeiro do projeto em diferentes cenários, como:

Cenário otimista: as receitas são maiores do que o esperado e os custos são menores do que o esperado.

Cenário pessimista: as receitas são menores do que o esperado e os custos são maiores do que o esperado.

Cenário base: as receitas e os custos são iguais às expectativas.

Ao avaliar o impacto dessas variáveis-chave em diferentes cenários, você pode identificar os riscos e oportunidades do projeto e tomar decisões informadas sobre como mitigar esses riscos.

Conclusão

As ferramentas de análise de viabilidade econômico-financeira de projetos são essenciais para avaliar a viabilidade de um projeto antes de investir recursos significativos nele. Cada ferramenta oferece uma perspectiva única sobre a viabilidade do projeto, e é importante usar várias ferramentas em conjunto para ter uma compreensão abrangente da viabilidade do projeto.

A escolha das ferramentas de análise de viabilidade econômico-financeira dependerá do tipo de projeto, do setor e das preferências da equipe de gestão. É importante lembrar que essas ferramentas não são perfeitas e que o sucesso de um projeto depende de muitos fatores, incluindo a qualidade da gestão, a estratégia de negócios e a capacidade de adaptação às mudanças de mercado.

 

Resumo

O artigo apresenta uma lista de 10 ferramentas de análise de viabilidade econômico-financeira de projetos, incluindo:

  1. NPV (Net Present Value) – Valor Presente Líquido
  2. TIR (Internal Rate of Return) – Taxa Interna de Retorno
  3. Payback – Período de Payback
  4. WACC (Weighted Average Cost of Capital) – Custo Médio Ponderado de Capital
  5. ROIC (Return on Invested Capital) – Retorno sobre o Capital Investido
  6. IRR (Incremental Rate of Return) – Taxa de Retorno Incremental
  7. MIRR (Modified Internal Rate of Return) – Taxa Interna de Retorno Modificada
  8. PI (Profitability Index) – Índice de Rentabilidade
  9. EVA (Economic Value Added) – Valor Econômico Adicionado
  10. DCF (Desconte Cash Flow) – Fluxo de Caixa Descontado

 

Cada uma dessas ferramentas é descrita em detalhes, incluindo como calcular e interpretar seus resultados.

O artigo destaca a importância de avaliar a viabilidade econômico-financeira de um projeto antes de investir recursos significativos nele, e como essas ferramentas podem ser utilizadas para identificar riscos e oportunidades e tomar decisões informadas. É enfatizado que o uso de várias ferramentas em conjunto é essencial para obter uma compreensão abrangente da situação financeira do projeto.

Por fim, o artigo conclui que a escolha das ferramentas de análise de viabilidade econômico-financeira dependerá do tipo de projeto, do setor e das preferências da equipe de gestão. É importante lembrar que essas ferramentas não são perfeitas e que o sucesso de um projeto depende de muitos fatores, incluindo a qualidade da gestão, a estratégia de negócios e a capacidade de adaptação às mudanças de mercado.

 

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Author: Hideki Anagusko
Consultor em Finanças Empresariais há mais de 10 anos. Eu transformo desafios financeiros em oportunidades de sucesso para PMEs.